Um romance · capítulo novo a cada três dias
O quiromante
Na Krivaya, a rua Torta de uma cidade do interior, num porão onde antigamente se vendia querosene, há uma tábua pendurada sobre a porta: “Kesha, o quiromante. Leio a palma da mão. Vejo um mês à frente.” Kesha tem vinte e sete anos e vê de verdade — um mês à frente, nem um dia a mais. Um romance sobre um homem que ganha a vida lendo a palma dos outros, e sobre quem mais escreve nelas. Um capítulo novo a cada três dias.